HISTÓRIA

Este projeto vem sendo conduzido desde 2006, inicialmente apenas no Parque Estadual Carlos Botelho (PECB). Entre 2009 e 2011, realizamos a primeira estimativa da população de  onças pintadas no Contínuo de Paranapiacaba, (PE Intervales, PE Carlos Botelho, PETAR, EE Xitué e grandes florestas particulares vizinhas) umas das áreas-núcleo para a conservação da espécie na Mata Atlântica. Estamos atualizando a estimativa com os dados coletados entre 2020 e 2021.

Para querer conservar, é necessário amar. A empatia pelos animais é um fator essencial para promover sua conservação. O monitoramento fotográfico das onças pintadas realizado por este projeto no Contínuo de Paranapiacaba tem possibilitado a inferência de histórias de vida e relações familiares entre as onças da área e confirmado o potencial dessas histórias na mobilização da sociedade a favor da conservação da espécie.

UM PREDADOR DE TOPO

A onça pintada (Panthera onca), o predador de topo nos neotrópicos, originalmente ocupava toda a América do Sul e Central, até o sudoeste da América do Norte, mas atualmente ocorre em apenas 54% de sua distribuição original, sendo classificada globalmente como Quase Ameaçada (NT),  no Brasil como Vulnerável à extinção (VU) e, na Mata Atlântica, como Criticamente em perigo de extinção, por ter uma população de menos de 250 indivíduos adultos diminuindo continuamente devido à caça e às perdas de habitat, de qualidade de habitat e de base de presas.

O CONTÍNUO DE PARANAPIACABA

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