Provável filha de Tartaruga, pois uma foto de 2009, no PECB, mostra as duas juntas em situação de sociabilidade, já com porte de adultas. Em 2014, Soneca foi capturada para colocação de colar GPS e sua idade foi estimada em cerca de seis anos. Em outubro do mesmo ano, essa fêmea linda e perfeita, de olhar dengoso, com quase dois terços da vida pela frente e potencial para gerar muitas onças do Contínuo de Paranapiacaba, foi morta em uma área muito remota, no interior do Penap, demonstrando que nem mesmo dentro das áreas criadas para sua conservação as onças-pintadas estão a salvo. Sua história inspirou parte da reportagem “A fauna invisível da Mata Atlântica”, do jornalista Herton Escobar (Escobar, 2015) CLIQUE AQUI para ler a matéria.

Soneca passeando com o rádio colar